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sexta-feira, 10 de julho de 2009

Queda do Vigário (Alte - Loulé)



A Queda do Vigário é uma queda de água da ribeira de Alte, que nasce na Quinta do Freixo, junta-se com a ribeira de Algibre perto de Paderne, formando a ribeira de Quarteira. Despenha-se a pique a 24 metros de altura caindo num grande lago que se assemelha a um alguidar, num local de grande beleza natural

Esta obra terá sido feita a mandado de Duarte de Melo Ribadeneyra, 18º Senhor de Alte, nos finais do século XVII, com o objectivo de embelezar a ribeira. No entanto, supõe-se que já existisse uma queda de água mais pequena, permanente ou temporária, nesse local. Há registos, nos arquivos da Casa d’ Alte que referem que a Queda do Vigário ficou tão bem construída, que nem foi afectada com o terramoto de 1755. Outrora, este espaço era muito procurado pelos habitantes locais para passear e tomar banho, aos domingos ou em dias de festa.

O terreno envolvente à Queda do Vigário foi adquirido, a particulares, pela Câmara Municipal de Loulé em 2002, que executou, posteriormente, obras com vista à criação de acesso, zona de lazer, parque de merendas e um edifício de apoio.
O espaço sofreu remodelações recentes, tornando-o ainda mais aprazível e propicio a momentos de lazer.

O acesso a este bonito espaço faz-se, após o estacionamento, junto ao cemitério de Alte, numa descida de cerca de 300 metros.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Pego do Inferno (Tavira)



A aproximadamente 7km de Tavira, na freguesia de Stº Estêvão, encontra-se o Pego do Inferno, em pleno barrocal algarvio.

Com o objectivo de dar a conhecer uma das zonas mais aprazíveis do concelho de Tavira, a autarquia requalificou parte da envolvente natural que enquadra a Ribeira da Asseca e respectivas quedas de água das quais se destaca o Pego do Inferno.

Durante o percurso, é possível observar-se a Ribeira da Asseca, considerada um dos cursos de água mais importantes do concelho. Outrora, local de azenhas e moinhos de trigo.

Nas margens ribeirinhas, por vezes, é possível apreciar algumas espécies faunísticas que dependem directamente de água, tal como o cágado (Mauremys leprosa) e o sapo-comum (Bufo bufo). Podem, ainda, ser vistas diversas espécies animais, tal como a lebre (Lepus capensis), o ouriço-cacheiro (Erinaceus europaeus), e a cobra-rateira (Malpolon monspessulanus).

Apesar da beleza de todo o percurso, o ponto alto da visita é a chegada ao miradouro do Pego, onde se pode admirar a queda de água. Este local utilizado muitas vezes como zona de banhos, não está, no entanto, designado como praia fluvial.

O acesso ao Pego do Inferno, após o estacionamento no parque, onde existe um pequeníssimo bar de apoio, faz-se durante cerca de 100 metros até se aceder a uma escadaria de madeira, começando aí o percurso propriamente dito, levando a descida até ao Pego cerca de 300 a 400 metros.
Existem algumas lendas associadas a este lugar. A mais popular e a que dá o nome de Pego de Inferno ao local é a da carroça que se despenhou no pego. Os corpos e a carroça nunca foram encontrados o que levou à crença que o pego não teria fundo e quem ali caísse iria dar directamente ao Inferno. Porém existe quem afirma que os corpos e alguns destroços da carroça foram encontrados alguns dias depois no mar o que faz com que muitos acreditem ainda na existência de túneis subterrâneos entre o pego e os Rios Gilão e Guadiana. Mas, segundo os especialistas e após alguns estudos e medições, o Pego não terá mais de sete metros de profundidade.

Acessos: o melhor é sair da Via do Infante (A22) em direcção a Tavira e logo na primeira rotunda virar para Santa Catarina. Umas centenas de metros depois surge uma pequena placa a indicar que o Pego fica para a direita. Mais uns metros e surge outra indicando para a esquerda.

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Faia da Água Alta (Lamoso)


Entre as mais imponentes quedas de água do país, com os seus 35 metros de altura, esta tem uma característica quase única, isto é, em épocas do ano abundantes em água, é possível passar por detrás dela, de uma margem à outra, sem que as pessoas se molhem. Após uma pausa para apreciar a rara beleza do local, segue-se em direcção a Lamoso, uma pequena aldeia situada no Parque Douro Internacional, povoada de casas bem típicas onde após se percorrerem algumas centenas de metros se entra na calçada romana de regresso a Bemposta. Pelo caminho, e com uma quase paragem obrigatória na ponte romana para ouvir o afinado cantar das rãs, podem ser apreciados, ao longe e ao perto, os típicos pombais brancos perdidos no meio dos campos.

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Vila de Rei

Fernandaires

O deslumbramento de uma das mais belas paisagens que a albufeira nos oferece. A aldeia, espraiada à beira-rio, o marulhar dos pinheiros e das águas, o chilrear dos pássaros. Aqui pensa-se com os olhos.

Penedo Furado
Extraordinária beleza natural, sendo absolutamente imperdível a caminhada entre floresta e caminhos escavados na rocha pela ribeira da Isna, até às quedas de água das Bafureiras. A praia, de águas represadas e pouco profundas, foi enriquecida por um areal artificial e um conjunto de infra-estruturas de apoio.

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Penela

Cascata da Pedra da Ferida

Situa-se em plena Serra do Espinhal, tendo acesso pelo caminho da Ribeira da Azenha. Para visitar este agradável local terá de deixar o carro a algumas centenas de metros e fazer um pequeno percurso pedonal.

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

ILHA de SÃO MIGUEL - AÇORES

Vale das Furnas

Cascata da Ribeira dos Caldeirões
Praia do Fogo - Ribeira Quente
A praia da Ribeira Quente fica no Lugar do Fogo, um areal junto a uma baía onde a existência de nascentes hidrotermais submarinas torna a água do mar tépida. É uma das praias na ilha de São Miguel que possui bandeira azul e uma referência na região. Uma paisagem idílica, onde sobressai o contraste entre o azul das águas e o verde das serras que envolvem a praia.

Lagoa das Sete Cidades

Caldeira Velha

Uma reserva natural colorida a verde esmeralda, onde desemboca uma cascata. A cascata (de água quente) da Caldeira Velha fica no coração da ilha. Um espaço convidativo, onde a melodia fica ao cargo do som do Atlântico quando (ao longe) bate contra as rochas.