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segunda-feira, 14 de setembro de 2026

Passadiços do rio Antuã (Estarreja)

Os novos passadiços do rio Antuã, em Estarreja, já estão abertos ao público!

Com início a nascente do centro da cidade (junto ao parque de merendas), o percurso principal tem pouco mais de 1 km e termina na zona da Turbina (Travessa Mª de Lurdes Breu). Se quiser estender a caminhada, pode fazer a ligação ao Parque Municipal, junto ao mercado.


N.B.: Praticamente não existem sombras ao longo do percurso, por isso não se esqueça do protetor solar, chapéu e água. Tenha atenção redobrada ao atravessar a estrada, sensivelmente a meio do trajeto.









domingo, 23 de novembro de 2025

Museu Aristides de Sousa Mendes - Cabanas de Viriato (Carregal do Sal)

Aristides de Sousa Mendes foi o maior humanista português, salvando da morte milhares de pessoas perseguidas pelo nazismo quando era cônsul em Bordéus. A sua antiga Casa do Passal, lugar que guarda as memórias da família, transformou-se num museu que evoca a memória de tempos aos quais não queremos voltar, obrigando a uma reflexão sobre o mundo actual em que vivemos.
Entre 17 e 19 de junho de 1940, emitiu muitos milhares de vistos, contrariando as ordens do Governo de Salazar, situação que o levaria à expulsão da carreira diplomática e a um final de vida na miséria em prol dos outros.
















terça-feira, 2 de setembro de 2025

Praia fluvial do Poço da Corga - Castanheira de Pêra







Apenas à distância de cinco minutos de carro do centro da vila de Castanheira de Pêra, a Praia fluvial do Poço da Corga é um oásis situado na vertente sul da Serra da Lousã. À chegada, somos recebidos por um fantástico carvalhal onde existe um parque de merendas. O local foi recentemente requalificado, a nova ponte sobre a ribeira dá acesso ao solário em socalcos, existindo mais espaço para estender toalhas e condições privilegiadas para utilizadores com mobilidade condicionada. As águas cristalinas da Ribeira de Pera estão retidas num pequeno açude, a jusante da represa a profundidade é maior.





N.B.: Use calçado aquático para proteger os pés das pedras que existem no leito da ribeira.   





segunda-feira, 25 de agosto de 2025

Praia fluvial de Fróia - Sobreira Formosa (Proença-a-Nova)

A Praia fluvial de Fróia parece ter saído da tela de um pintor. À chegada, a ponte sobre o açude assemelha-se a um lugar vulgar, mas percorrendo até ao fim o passeio de 200 metros ao longo da margem direita da ribeira da Fróia, o espaço transforma-se numa obra de arte. Num pequeno largo no qual se estendem toalhas, juntam-se moinhos em xisto recuperados, bancos para descansar à sombra e até pequenos candeeiros, num local onde a corrente e a profundidade são menores. Uma cascata, um poço e um pequeno areal na margem oposta, completam o quadro pitoresco.

Esta praia foi considerada pela Quercus como "praia com qualidade de ouro" para a época balnear de 2025.










sexta-feira, 8 de agosto de 2025

Zona de Lazer do Boiçô - Várzea dos Cavaleiros (Sertã)

A praia fluvial do Boiçô, situada na Várzea dos Cavaleiros, é a prova que existe um maravilhoso interior no país à espera de ser descoberto. Não é só um espaço de lazer com parque de merendas, bar com esplanada, relvado, zona de areia com chapéus de sol, mas também funciona como uma barreira para combater os incêndios florestais. Ao local está associada a lenda de que duas famílias lavravam estas terras com dois bois. Entretanto, um deles faleceu e os trabalhos agrícolas passaram a ser feitos por um "boi só".









quinta-feira, 1 de maio de 2025

Colmeal - Figueira de Castelo Rodrigo

Este post é sobre uma história triste que não é mais do que uma injustiça revoltante, um erro judicial, um roubo cultural, natural e social feito a uma comunidade pobre e incapaz de se defender convenientemente. Faz 68 anos que 13 famílias, 60 habitantes, de uma aldeia chamada Colmeal, no concelho de Figueira de Castelo Rodrigo, foram expulsos por cerca de 30 militares da GNR, armados. Isto aconteceu porque alguém conseguiu transformar um local com igreja paroquial, cemitério anexo e sede de freguesia, numa espécie de feudo privado, cobrando rendas que se tornaram impossíveis de pagar. Os moradores perderam os seus direitos da secular transmissão das terras e casas, mas pior do que isso, nunca mais puderam voltar ao cemitério abandonado cujas ossadas dos seus antepassados foram consumidas pelos elementos da natureza.