Este blog serve para identificar lugares recônditos do país, tradições, sítios com história, ou simplesmente lugares naturais de uma beleza deslumbrante.
Urge preservar esses espaços para as gerações futuras afim de termos orgulho da nossa essência lusitana.
Entre 8 e 15 de Outubro, o festival "verde" exibe um conjunto de cerca de 60 longas e curtas metragens, repartidas pelas várias secções do festival, apresentando também, a par desta programação cinema, workshops e conferências sobre temas do ambiente e do cinema. Serão ainda exibidos filmes que integram a comemoração do Ano Internacional das Florestas e outros documentários.
O seu principal objectivo é a divulgação de valores naturais e ecológicos, através do cinema e actividades culturais, abordando temáticas tão actuais como a biodiversidade, sustentabilidade, energias renováveis, requalificação urbana, alimentação biológica ou compromissos ambientais, sempre numa perspectiva abrangente.
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São Torpes caracteriza-se por uma extensa área de praia que vai até perto de Porto Covo, existindo em cada praia diferentes características que respondem a diferentes gostos. Logo ao início do areal de São Torpes a água da praia é um pouco quente, o que costuma ser uma característica atractiva aos mais pequenos. O mar está cima dos 22ºC, tudo por causa das turbinas da Central Termoeléctrica da CPPE que aquece a água, junto ao molhe.
Praia com grande importância na "mitologia local", tem a ela ligadas duas lendas – a do mártir São Torpes e da cidade que teria existido sob as suas areias , e uma forma especial de embarcação de pesca, a jangada de São Torpes.
Celebre em família, ou não, a chegada da nova estação, tudo para "reavivar antigas tradições e costumes". Música, teatro infantil, percursos na Quinta, uma Feira do Livro Infantil e uma Feira de Produtos Biológicos, com venda de compotas, ervas aromáticas e azeites. Oficinas de construção de animais de palha inspirados naqueles de verdade que vivem na Quinta de Serralves, aprender a fazer queijo e pão ou dar um passeio de burro mirandês, são algumas das actividades que os mais pequenos podem escolher fazer.
A entrada é gratuita (até parece mentira), mas vá cedo porque é difícil de estacionar dado o elevado número de pessoas que se prevêm lá estar. Mas sossegue, há espaço para todos.
A edição deste ano escolheu a temática "A Floresta no Jardim", neste 2011 em que se comemora o Ano Internacional das Florestas. Foram seleccionados 11 projectos em forma de jardins, e onde o público visitante é chamado a votar neste modelo vanguardista e de criação artística através do impacto visual. Por outro lado, tem uma componente ambiental: a preservação e manutenção dos espaços verdes.
As centenárias Feiras Novas encerram o ciclo das Festas e Romarias do Alto Minho no segundo fim-de-semana de Setembro, quando o sol quente do Verão se prepara para a despedida. Celebradas desde 1826, por provisão régia de D. Pedro IV e em honra de Nossa Senhora das Dores, as Feiras Novas oferecem aos limianos e aos milhares de forasteiros, três dias e outras tantas noites de cor, alegria, folia e ritmo. Para além da música, folclore e fogo de artifício, há ainda espaço para concursos pecuários, corridas de garranos, cortejos etnográfico e histórico, bandas de música, gigantones e cabeçudos, grupos de bombos e para a procissão que encerra o ciclo das romarias do Alto Minho. Mas é o povo com a sua alegria e espontaneidade, a sua forma de fazer e estar na festa, as rusgas e os cantares ao desafio, o folclore em qualquer canto da vila que transforma as Feiras Novas num momento único e na romaria que é considerada o "maior congresso ao vivo da cultura popular em Portugal".
Por 40 stands estão espalhados bruxos, videntes, médiuns, astrólogos, ervanárias, massagistas, tarólogos, exorcistas, comerciantes de chás e licores, além de barracas de 'comes e bebes'. A grande figura nas ‘bodas de prata’ continua a ser o padre Fontes, este ano agraciado com a medalha comemorativa dos 25 anos de edições e por ser o "pai" do evento. A "junção entre o profano e o sagrado", o misticismo, colocaram esta freguesia do concelho de Montalegre no mapa.
António Lourenço Fontes fez mais por esta região do país do que muitas entidades ligadas ao turismo.
As Festas do Povo consistem na decoração das ruas de Campo Maior, sobretudo o Centro Histórico, com flores de papel e outros objectos em cartão e papel, feitos pela população.
Trata-se de um evento tradicional único, e que já alcançou uma notoriedade elevada a nível nacional e internacional. É uma celebração que, por tradição, só acontece quando o povo quer, pois a sua realização depende do voluntariado e da força de vontade dos campomaiorenses. A preparação é feita rua a rua, sendo que o trabalho desenvolvido em cada uma delas fica em segredo, mesmo para amigos e familiares dos moradores, e só é dado a conhecer na noite da "enramação". São meses e meses de luta, trabalho de entusiasmo sem limites dedicados á sua preparação. São horas sem conta, roubadas quantas vezes ao justo descanso, que toda a gente de Campo Maior dedica á preparação dessa maravilhosa e inesquecível surpresa, desse admirável e fascinante jardim florido que há-de surgir, como por encanto, ao raiar de uma aurora de Setembro. Sete anos depois, as Festas do povo contam com a participação de mais de 100 ruas.
Ocupando uma área de cerca de 10 hectares ao longo da Ribeira de Pêra, que abastece a praia com as suas límpidas e puras águas, o complexo conta com um piscina circular de 7.000 m2 e uma piscina de ondas com 2.100 m2 (a maior do país), para além de bar, restaurante, e instalações sanitárias. No lago, com quase 1 Km de extensão, existe uma "ilha". As águas límpidas da Ribeira de Pêra espraiam-se, na presença de uma ponte secular, formando um local de encanto onde palmeiras tropicais convivem harmoniosamente com a Serra da Lousã que espreita lá do alto.
Pode, ainda, desfrutar de um passeio em barco a remos ou em gaivota e pernoitar num dos veleiros atracados na marina, deixando-se embalar pelo suave balouçar da corrente fluvial, ou num dos 6 bungalows perfilados na margem da albufeira, com vista privilegiada sobre o enorme espelho de água. Como os preços desses alojamentos são exagerados, eu recomendo a estadia na vila com uma excelente relação entre a qualidade e o preço.
A grande atracção são as ondas artificiais que, à hora certa, se começam a formar e agitam durante cerca de 10 minutos a enorme piscina fluvial. Pouco antes da hora soa um apito e é ver os banhistas chegarem-se para a zona central do complexo, que possui uma profundidade máxima de 1,90 metros.
As Ruas Floridas são um evento que ocorre de dois em dois anos cuja tradição remonta a 1838 e consiste na decoração das ruas da vila de Redondo com flores e outros objectos elaborados em papel colorido. Os residentes de cada rua organizam-se e escolhem um tema, mantendo-o em segredo, cabendo a coordenação geral ao Municipio. Durante décadas, os adornos de papel terão acompanhado as festividades, resultando mais da espontaneidade do que de uma norma instituída socialmente. É impressionante o espírito comunitário: entre o conhecimento e a habilidade dos idosos, entre centenas de pessoas que se entregam diariamente com dedicação e empenho à extenuante missão, entre donativos, poupanças e rifas, lá se angaria o suficiente para dar seguimento a usos tão antigos e com resultados tão admiráveis.
Desde altivos pórticos, passando pelos inevitáveis tectos, às sumptuosas carruagens, corpulentos animais, delicadas peças de roupa, reproduções históricas e contos infantis, até às mesas fartas com iguarias exóticas, as Ruas Floridas revelam um impressionante e complexo mar de papel na sua mais alta manifestação de diversidade e criatividade. As dimensões da realidade e da ficção fundem-se em harmonia, transportando os visitantes através de um mundo de castelos e cavaleiros, navios e descobertas, pirâmides e reis, jardins e toda a sorte de figuras.
Este Festival Itinerante de Cultura Tradicional pretende potenciar a música e os instrumentos tradicionais, os arraiais e as danças mirandesas, a gastronomia local, a fauna, a flora e o quotidiano dequem resiste por Terras de Miranda. O Festival pretende, ainda, reavivar a memória do Burro, que noutros tempos constituiu um dos meios de transporte mais utilizados na região, conciliando este acontecimento, com um antigo facto histórico em que os antigos gaiteiros faziam-se transportar para as romarias montados no seu dorso. Para isso, irão ser feitos percursos/passeios ecoturísticos na companhia do Burro de Miranda por caminhos antigos, nomeadamente pelas aldeias de Atenor e Picote.
São quase trinta, os associados da Rota do Vinho do Porto que vão estar de portas abertas aos visitantes, gratuitamente e sem marcação, neste fim-de-semana, das 10h da manhã de sábado até às 19h de domingo. Casas e quintas da região duriense que, para além de proporcionarem provas de vinhos, vão também dar a oportunidade aos turistas de provarem os seus doces ou azeites. Entre as várias incursões e provas pelas várias quintas aderentes, há visitas ao armazém de envelhecimento da Quinta do Portal, em Sabrosa, edifício assinado por Álvaro Siza Vieira e que recentemente ganhou o Prémio de Arquitectura do Douro.
Passear entre os socalcos das vinhas, visitar as adegas, degustar um copo de vinho e viajar num comboio a vapor são algumas das ofertas que os turistas terão ao seu dispor .
A Região do Douro, recorde-se, é a mais antiga região demarcada do Mundo e património da humanidade, reconhecido pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO), desde 2001.
A Feira Medieval começou em 2004 e durou apenas 3 dias. O sucesso foi tal que, de ano para ano, expandiu-se em todos os sentidos. Esta edição escolheu a temática dos "Trovadores e Jograis - cantigas de amor, amigo, escárnio e maldizer". Juntam-se taberneiros, artesãos, mercadores e comerciantes da vila. Destacam-se os dois torneios medievais, os espectáculos de aves de rapina no Terreiro, e os dois acampamentos medievais. A animação marcará também presença em todas as ruas e serão recriados mais espaços de animação, designadamente o Largo do Eterno Condenado e as esquinas das trovas em que serão declamadas as cantigas de amigos, amor, escárnio e maldizer. Pelas várias ruas, o visitante encontrará dezenas de figurantes trajados à época. Cortejo inaugural alusivo aos jograis e trovadores, música medieval, danças medievais, torneio apeado, jogos medievais, exibição de jograis, bruxa e queimada luso-galaica, treino de cavaleiros, cortejo de encerramento, são alguns dos destaques.
De realçar que o espaço das Muralhas, em frente à Igreja Matriz, vai transformar-se num Acampamento Militar e a Rua Visconde Sousa Rego, num Acampamento de Artes e Ofícios. O Largo do Turismo será transformado no Largo do Eterno Enforcado.
A Festa dos Tabuleiros ou Festa do Divino Espírito Santo é uma das manifestações culturais e religiosas mais antigas de Portugal. Segundo os investigadores, a sua origem encontra-se nas festas de colheitas à deusa Ceres. A sua cristianização pode dever-se à Rainha Santa Isabel que lançou as bases do que seria a Congregação do Espírito Santo, movimento de solidariedade cristã que em muitos lugares do reino absorveu as primitivas festas pagãs. O ponto alto das festividades que juntava ricos e pobres sem qualquer distinção ocorria no Domingo de Pentecostes, dia em que as línguas de fogo desceram sobre os Apóstolos simbolizando a igualdade de todos perante Deus.
Esta Festa de «Acção de Graças» e de oferendas manteve as suas características inalteráveis até ao século XVII. Algumas das alterações que foram surgindo justificam-se no sentido de conferir uma maior grandiosidade a esta Festa. A tradição continua e muitas das suas cerimónias como o Cortejo da chegada dos Bois do Espírito Santo que tem o nome de Cortejo do Mordomo, o Cortejo dos Tabuleiros, a sua bênção, a forma do tabuleiro, os vestidos das raparigas portadoras dos Tabuleiros e a Pêza ou distribuição do pão e da carne mantêm-se (desde há alguns anos a esta parte também se distribui o vinho).
A principal característica da Festa dos Tabuleiros é o Desfile ou Procissão - dia 10 de Julho. Esta procissão de dignidade, cor, brilho e emoção percorre as principais ruas da cidade, num percurso de cerca de 5 Km, por entre colchas pendentes nas janelas, milhares de visitantes nas ruas e uma chuva de pétalas que de forma entusiástica é lançada sobre o Cortejo. O Cortejo consiste no desfile de diversos tabuleiros ornamentados, em forma de torre, construídos à base de camadas de pão e decorados com ramos de espigas de trigo, malmequeres, papoilas e verduras. No topo, o ornamento termina em forma de coroa, onde repousa uma pomba branca, símbolo do Espírito Santo. Estes tabuleiros são transportados à cabeça por duas filas de raparigas que marcham pela cidade. Elas vestem vestidos brancos e faixas vermelhas e, segundo a tradição, os tabuleiros têm de ter a altura de quem os transporta e de pesar uma arroba, ou seja, cerca de 15kg. Ao lado das raparigas desfilam os seus ajudantes, homens vestidos de calças pretas, camisa branca, gravata encarnada e barrete preto de campino. À frente do cortejo, um fogueteiro abre passagem pelas ruas repletas de gente, seguido dos gaiteiros e dos tambores, atrás dos quais seguem homens com o pendor do Espírito Santo e as coroas das 16 freguesias do concelho. O fim desta festa ocorre no dia seguinte ao desfile dos tabuleiros com a refeição sagrada, consistindo na partilha de alimentos pelos mais necessitados.
É até dia 10 e tem de se aproveitar porque só se realizam de quatro em quatro anos.
Em Portugal a produção de Mirtilo está ainda pouco disseminada. Actualmente, a produção encontra-se distribuída em dois territórios distintos: sub-região do Médio Vouga e sub-região do Alentejo Litoral.
O mirtilo é um fruto silvestre com um sabor distinto, vastamente conhecido pelas suas propriedades medicinais. É um poderoso antioxidante e é conhecido por muitos como "o fruto da juventude". Habitualmente usado no tratamento de algumas infecções, este fruto ajuda ainda a retardar o envelhecimento cerebral dos doentes de Alzeimer. Além de várias vitaminas, o mirtilo é rico em sais minerais, magnésio, potássio, cálcio, fósforo, ferro entre outros elementos. Também no mundo da culinárias, assume-se como um fruto extremamente versátil, capaz de compor qualquer tipo de prato.
Quando a crise económica parece tomar conta do país, a produção deste fruto parece ser uma fonte de subsistência.
O espectáculo "Coimbra 1111" é um projeto dirigido por "O Teatrão" e desenvolvido em parceria com vários núcleos de teatro amador e instituições culturais de Coimbra. A peça, que conta com a participação ativa do público, visa a conquista de Coimbra pelas pessoas da cidade. "Coimbra 1111" é um espectáculo de rua entendido como uma celebração da cidade, a propósito dos 900 anos do seu foral. O teatro amador, de mãos dadas com o profissional, apresenta-se comunitário e vai percorrer a zona histórica de Coimbra, começando a atuar no Cais do Museu da Água enquanto atravessa as ruas da cidade até chegar à Sé Velha. Vai estar em cena nos dias 23 e 24 de Junho, 4 de Julho, 27 de Agosto e 10 de Setembro. Sarracenos, mouras encantadas e espíritos de tempos passados juntam-se a atores, taberneiros e soldados numa aventura medieval pela Coimbra dos nossos dias.
Encaixada num vale entre a Serra da Arada e São Macário, a aldeia da Pena só recebe a presença do sol durante 3 curtas horas, no Inverno. Por isso mesmo, gerou um microclima extraordinário que se reflecte no trajecto da sua Ribeira até Covas do Rio. Diz-se que, no tempo em que a aldeia da Pena não tinha cemitério e estrada de acesso, os mortos eram transportados a pé numa urna até à aldeia de Covas do Rio. Numa destas viagens, o individuo que ia na parte de trás a transportar a urna escorregou e esta caiu-lhe na cabeça matando-o. Foi assim que o morto matou o vivo!
Aqui, tudo é feito de xisto pintado numa tela de socalcos verdes, num local que já foi castro romano.
Existe uma lenda que explica o nome da aldeia: Era uma vez uma serpente de 200 metros que vivia numa cova. Quando tinha sede e fome, bebia água da ribeira e ameaçava a vida das pessoas se não lhe fosse dado para comer um boi. Quando já não havia nenhum boi na aldeia, a serpente começou a comer as pessoas tendo elas que deitar sortes para ver qual seria a sua vez de morrer. A aldeia lamentava-se: “Que pena! Que pena!”.
N. B. - Muito cuidado para quem vem de automóvel e percorre a estrada de acesso que desce de São Macário para a aldeia. Uma descida abrupta, sem "rails" de protecção, que sofre um desnível de 500 metros, em que só um carro consegue passar num dos sentidos, não sendo aconselhável a quem sofre de vertigens.
Apesar da beleza da aldeia, não posso esquecer a tristeza e o abandono que a Pena tem sito votada.
O Mercado à Moda Antiga recria - em ambiente de festa popular autêntica - usos e costumes do concelho do final do Séc. XIX e início do Séc. XX. Mais de uma centena de tendinhas, expositores e tasquinhas tradicionais espalhadas pelas ruas centrais, transformam a cidade com a animação do tempo dos avós.
Assim, haverá uma Feira Rural com uma representação das antigas artes e ofícios: o tamanqueiro, o oleiro, o chapeleiro, a vendedora e a ´fritadeira´ de peixe, o vidreiro, os tecelões e um lugar de destaque para as padeiras desse produto único que é o Pão de Ul que será confeccionado ao vivo.
Decorrerá um festival de música tradicional, cantares danças históricas e animação de rua com bombos e gigantones. O Programa acolhe ainda um baile tradicional, diversos grupos de teatro e animação de rua ao longo dos três dias, incentivando à participação da população.
Saiba que as crianças também foram lembradas nesta edição do Mercado à Moda Antiga: além de ateliers e jogos tradicionais, haverá espaço para ajudarem a confeccionar o famoso Pão de Ul e assistirem a peças de teatro, entre outras iniciativas. Em paralelo decorrem exposições de contextualização histórica como a "República para além de Lisboa" e "Artes e Ofícios tradicionais".
Este evento acontece, na medida em que a importância da água no planeta Terra está cada vez mais a ser assumida por governantes e por organizações de cidadãos, e as populações devem ser consciencializadas de que a água não é um direito adquirido, nem deve ser utilizada de forma desregrada. A água foi, é e será o factor essencial da humanidade. As comunidades formaram-se junto aos cursos de água, e ali se desenvolveram e se cimentaram. O Festival convidando-nos a descobrir os trilhos da água na aldeia de Estoi, relacionando o passado, o presente e o futuro dos povos com a importância da água como bem essencial e como factor de unificação e de aproximação de povos. No percurso pedestre interpretativo “Na rota da água” vão ser dadas a conhecer as estruturas patrimoniais hidráulicas do vale da Ribeira da Alface.
Este evento vai trazer à aldeia um conjunto de acontecimentos temáticos que juntam animação a visitas e percursos, exposições, apresentações temáticas, gastronomia, artesanato, música e acções interactivas com água, entre várias outras iniciativas.
Pelo oitavo ano consecutivo, a Fundação Serralves oferece gratuitamente 40 horas non-stop de inúmeras actividades para toda a família. Estão representadas as áreas da Performance, Música (Improvisada, Pop Rock, Electrónica, Experimental, Jazz, DJs), Dança Contemporânea, Acrobacia, Circo Contemporâneo, Circo de Objectos Sonoros, Teatro (Teatro de Rua, Teatro para Infância e Juventude, Teatro de Marionetas) Cinema, Vídeo, Instalação, Fotografia, Visitas Orientadas, Exposições e Workshops.
A Fundação de Serralves alberga a Casa de Serralves, o Parque e os jardins, e o Museu de Arte Contemporânea desenhado pelo arquitecto Siza Vieira. A fundação, que existe desde 1989, pretender ser um local privilegiado de acesso à cultura contemporânea. Nas sete edições anteriores, a festa de Serralves contou com a presença de 3.600 artistas, 495 mil visitantes, dos quais 94 mil foram estrangeiros, num total de 1.500 eventos.