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domingo, 23 de novembro de 2025

Museu Aristides de Sousa Mendes - Cabanas de Viriato (Carregal do Sal)

Aristides de Sousa Mendes foi o maior humanista português, salvando da morte milhares de pessoas perseguidas pelo nazismo quando era cônsul em Bordéus. A sua antiga Casa do Passal, lugar que guarda as memórias da família, transformou-se num museu que evoca a memória de tempos aos quais não queremos voltar, obrigando a uma reflexão sobre o mundo actual em que vivemos.
Entre 17 e 19 de junho de 1940, emitiu muitos milhares de vistos, contrariando as ordens do Governo de Salazar, situação que o levaria à expulsão da carreira diplomática e a um final de vida na miséria em prol dos outros.
















segunda-feira, 18 de junho de 2012

Museu do Brinquedo Português - Ponte de Lima



O Museu do Brinquedo Português de Ponte de Lima apresenta, por ordem cronológica, o fabrico do brinquedo nacional ao longo de um século, até 1986, data de adesão de Portugal à então Comunidade Económica Europeia. Alguns dos brinquedos são cavalos e bonecos construídos em pasta de papel por volta do ano de 1900, mas há outros, como um carro de bombeiros em madeira, de 1930. A viagem pelo novo museu começa num comboio de zinco pela história de alguns dos mais importantes fabricantes nacionais de brinquedos e da sua produção.
A exposição incluiu ainda peças de coleção cronologicamente ordenadas, década a década, enquadradas com as alterações formais e técnicas, associadas ainda às transformações que o Mundo foi enfrentando.
Entre a coleção contam-se bonecas, carrinhos, militares, barcos, jogos, livros, cavalos de carrosséis, apitos, rocas, espingardas e pistolas, mas também comboios e pistas e aviões, entre muitos outros.
Dela fazem parte ainda rocas, flautas de folha de flandres, baldinhos de praia em madeira com motivos coloridos, passando pelas camionetas, barcos e carros a pedais. O museu fica instalado na Casa do Arnado, no centro da vila, e representou um investimento de cerca de 450 mil euros, totalmente coberto pelo orçamento da Câmara.

Fonte: LUSA

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Museu de Arte e Arqueologia do Vale do Côa (V. N. Foz Côa)




15 anos depois da polémica que suspendeu a construção da barragem devido aos protestos de ambientalistas e de especialistas em arte rupestre, abriu a porta o Museu de Arte e Arqueologia do Vale do Côa.
Foi construído com o objectivo de divulgar e contextualizar as gravuras e achados arqueológicos do vale do Côa, o maior conjunto do mundo de arte rupestre do Paleolítico, classificado pela UNESCO como Património da Humanidade, em Dezembro de 1998. O equipamento cultural passa a ser o principal ponto de acolhimento do Parque Arqueológico do Vale do Côa (PAVC). A entrada no Museu do custa €5 (combinada com o ingresso no parque: €12).
Apesar de continuar a faltar infraestruturas turísticas e acessibilidades, este local foi considerado o 16º melhor destino mundial para turismo sustentável segundo a National Geographic Society.

Existe mais um motivo para conhecer a zona e arredores: o comité da UNESCO acaba de adicionar as gravuras rupestres de Siega Verde, localizada na região autonómica de Castela e Leão, como uma extensão do Vale do Côa na lista de Património Mundial da Humanidade.

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Museu Luso-Hebraico (Tomar)



Foto de Carlos Silva


Julga-se ter sido construído entre 1430-1460 por ordem do Infante D. Henrique, constituido o melhor e o mais antigo exemplar arquitectónico da cultura judaica que possuimos no nosso território. Possui uma planta regular, centrada em quatro colunas de pedra que simbolizam as matriarcas Sara, Rebeca, Lia e Raquel. A ausência de decoração contrasta fortemente com os monumentos cristãos, sendo as suas paredes apenas ornamentadas com algumas das peças do núcleo museológico e o tecto abobado sem qualquer tipo de ornamentação. Um dos aspectos curiosos deste espaço é a sua instalação sonora: quantro ânforas, uma em cada canto superior da sala, asseguram uma acústica muito eficaz.

Com a expulsão dos Judeus de Portugal em 1496, a sinagoga foi fechada e foi utilizado como armazém, estábulo e residência, até que foi adquirida em 1920 pelo Dr. Samuel Schwarz, que a doou ao Estado, na condição de que fosse aí instalado o Museu Luso-Hebraico. No início do século XIX, é reconhecido como Monumento Nacional.


Morada: Rua Dr Joaquim Jacinto, 73 (antiga Rua da Judiciária)

Horário: Outubro / Junho: 10h00 - 13h00 / 14h00 - 18h00 (todos os dias)
Julho / Setembro: 10h00 - 13h00 / 14h00 - 19h00 (todos os dias)
Fechado: 25 Dezembro, 1 Janeiro, Domingo de Páscoa, 1 Maio

Entrada gratuita