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domingo, 24 de maio de 2026

Passadiço Rio Uíma - Pigeiros / Escapães (Santa Maria da Feira)

O novo passadiço do Rio Uíma aproveita um antigo trilho que liga o Parque de Nadais (Escapães) ao Parque de Lazer da Várzea (Pigeiros), no concelho de Santa Maria da Feira. É um percurso de 1550 metros de grande beleza e que se insere na contínua Requalificação Ambiental das Margens do Rio Uíma. A partir da Várzea, pode estender o percurso e continuar pelo trilho de terra batida, a jusante do rio, em direcção às Termas de São Jorge, totalizando 4250 metros (PR1 SMF). Este último troço tem
ligação ao Parque das Ribeiras do Rio Uíma, atravessando as freguesias de Caldas de São Jorge, Lobão e Fiães, acrescentando mais 10 quilómetros.














sábado, 3 de julho de 2021

Passadiços do Rio Uíma (Santa Maria da Feira)

 O rio Uíma, afluente da margem esquerda do rio Douro, tem sido alvo de uma profunda requalificação ambiental das suas margens, nomeadamente a recuperação da qualidade da água e a promoção da biodiversidade. Está  a ser construído um percurso de 8 quilómetros de extensão que não é mais do que o prolongamento dos passadiços do Parque das Ribeiras do Uíma, em Fiães, aproveitando antigos trilhos e caminhos já existentes, sempre junto às margens do rio com o objectivo de o devolver à população. No futuro, concluídas todas as fases de reabilitação, vai ligar de uma ponta à outra a Ponte da Tabuaça (Sanguedo) ao Parque da Várzea (Pigeiros), com as Caldas de São Jorge no meio do percurso, atravessando o concelho de Santa Maria da Feira.  














quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Terra dos Sonhos ( 6 - 30 Dezembro) - Santa Maria da Feira

Pelo quinto ano consecutivo, a Quinta do Castelo transformar-se-á num parque temático onde poderemos encontrar muitas das personagens que fazem parte do imaginário infantil.

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Festa das Fogaceiras - 20 Janeiro - Stª. Mª. da Feira



A Festa das Fogaceiras teve origem num voto ao mártir S. Sebastião, em 1505, altura em que a região foi assolada por um surto de peste que dizimou parte da população. Em troca de protecção, o povo prometeu ao santo a oferta de um pão doce chamado fogaça. S. Sebastião, que segundo a lenda padeceu de todos os sofrimentos aquando do seu martírio em nome da fé cristã, tornou-se, assim, o santo padroeiro de todo o condado da Feira. No cumprimento do voto, os ofertantes incorporavam-se numa procissão que saía do Paço dos Condes e seguia pela Igreja do Convento do Espírito Santo (Lóios), onde eram benzidas as fogaças, divididas em fatias, posteriormente repartidas pelo povo. Assim nasceu a Festa das Fogaceiras, chegando até aos nossos dias com dois traços essenciais: a realização da missa solene, com sermão, precedida da bênção das fogaças, celebrada na Igreja Matriz, e a procissão, que sai da Igreja Matriz, percorrendo algumas ruas da cidade.
Com a proclamação da República, acrescentou-se um novo ritual: a formação de um cortejo cívico, a partir dos Paços do Concelho rumo à Igreja Matriz, antes da missa solene, que integra as meninas “fogaceiras”, que levam as fogaças à cabeça, bem como as autoridades políticas, administrativas, judiciais e militares e personalidades de relevo na vida municipal.
A procissão festiva realiza-se a meio da tarde e congrega símbolos religiosos, com destaque para o mártir S. Sebastião, bem como uma representação civil, com símbolos autárquicos, económicos, sociais e culturais de cada uma das 31 freguesias do concelho, numa curiosa mistura entre o civil e o religioso.
No cortejo e procissão as atenções recaem, naturalmente, sobre as fogaceiras, segundo a tradição “crianças impúberes”, provenientes de todo o concelho, vestidas e calçadas de branco, cintadas com faixas coloridas, que levam à cabeça as fogaças do voto, coroadas de papel de prata de diferentes cores, recortado com perfis do castelo.
Inicialmente, as “fogaças do voto” eram distribuídas pela população em geral, depois pelos pobres e mais tarde pelos presos, pobres e personalidades concelhias, em fatias chamadas “mandados”. Actualmente, são entregues às autoridades religiosas, políticas e militares que têm jurisdição sobre o município de Santa Maria da Feira.
Manda a tradição que, por ocasião da Festa das Fogaceiras, os feirenses enviem fogaças aos familiares e amigos que se encontram longe.
A fogaça é um pão doce tradicional de Santa Maria da Feira, cujas primeiras referências conhecidas aparecem nas inquirições de D. Afonso III, no século XIII (1254/1284) e que era usada como pagamento de foros. O seu formato estiliza a torre de menagem do castelo com os seus quatro coruchéus. A fogaça é cozida diariamente em várias casas de fabrico do concelho e distingue-se por tradicionais aprestos, quer no preparo, quer na forma como vai ao forno. Os ingredientes base utilizados na confecção desta iguaria são água, fermento, farinha, ovos, manteiga, açúcar e sal.
https://www.cm-feira.pt/portal/site/cm-feira

domingo, 25 de julho de 2010

Viagem Medieval Stª. Mª. da Feira (29 de Julho a 8 Agosto)



A Viagem Medieval (VM) é o maior evento de recriação histórica medieval do país. A 14ª edição retrata o reinado de D. Afonso IV, sendo recriado o período em que o Condado Portucalense passou a Reino de Portugal. Com características únicas no país, este projecto diferencia-se pelo rigor histórico, dimensão (espacial e temporal) e envolvimento da população e associativismo local, reforçando uma vasta equipa de mais de mil pessoas de diversas áreas, das quais 250 em regime de voluntariado.

Centrada na recriação de episódios e acontecimentos que marcaram a história local e nacional da Idade Média, a VM começou por realizar-se no Castelo, mas rapidamente, se expandiu para todo o centro histórico e zona envolvente, ocupando actualmente uma área de 40 hectares. Entre as novidades, está o espaço dos Arautos Celestes, dedicado à astronomia medieval, que resulta de uma parceria com a Fundação Navegar, que gere o Centro Multimeios de Espinho e o seu planetário.
Sombras do Castelo é outro evento novo, que envolve uma visita nocturna ao Castelo da Feira, que se revelará aos visitantes como lugar de assombração...
Este evento - cuja realização envolve diariamente 1100 pessoas, entre elementos da organização, actores (mais de 400), mercadores (40) e mais de uma centena de artesãos, figurantes e colaboradores em regime de voluntariado - atrai diariamente 50 mil visitantes.